Thursday, July 24, 2008







This bench is a reminder of so many happy memories. It is a typical portuguese bench found in most parks and public places. A place of rest after running like a little goat, a wild little goat with my friends.
Posted by Picasa

Friday, July 18, 2008

Posted by Picasa

Porto


My parents lived in Porto when I was born. But this is not my birthplace. They would be visiting my father's parents in what was then a very small town by the name of Povoa de Lanhoso over the Christmas Holidays and that is where I chose to be born. Legend has it that I was born in the same place as Maria da Fonte and that was my nick name for a long time growing up. I had a lot of her characteristics too. I was a tough cookie.

I no longer see myself that way. Perhaps age takes away our courage. Perhaps it was a myth all along.
Posted by Picasa

Wednesday, July 16, 2008

Sunset

This was the view I had every evening as I sipped my coffee. Pictures do not do any justice to the spectacle that blessed my eyes....
Posted by Picasa

Monday, July 14, 2008

This fabulous detail is in the house of the author Moreno's residence in the city of Porto. His granddaughter still lives there today. I had the honor of spending an entire afternoon with her last year. An incredible woman of astounding intelligence and great writing talent herself, although she practiced medicine her entire life. I could have spent days on end in her company.
She had a crisp and energetic voice of a young woman. It was hard to believe she is in her late eighties. What an incredible spirit!

Portuguese Authors Worth Remembering

MORENO, AUGUSTO CÉSAR
MORENO, Augusto César
Nasceu em Freixo de Espada à Cinta, em 10.11.1870. Foi professor e escritor. Cursou a antiga Escola Normal do Porto de 1887 a 1890, onde foi diplomado no ensino elementar e complementar com altas classificações e prémios pecuniários. Foi professor oficial em Mogadouro, Aldeia Galega do Ribatejo (hoje Montijo) e Miranda do Douro. Daqui passou para a Escola de Ensino Normal de Bragança, depois transformada em Escola Primária Superior, ensinando sempre com inexcedível brilho e proficiência. Aposentou-se ao cabo de 32 anos de serviço. Exerceu também os cargos de Presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança, por mais de uma vez, o de administrador do concelho, após a proclamação da República, cargos em que testemunhou sempre grande elevação de carácter e virtudes verdadeiramente democráticas. Prosador elegante e castiço, além de poeta primoroso e delicado, colaborou, ainda em estudante, em diversos jornais e revistas, tais como Gazeta Fiscal de Lisboa, A Arte e a Arte Livre, do Porto, e Nova Alvorada, de Famalicão. Autodidacta eminente, poliglota insigne, apaixonou-se pela Filologia, de que é mestre incontestado e incontestável, e como tal considerado em Portugal e no Brasil; e colaborou, nessa qualidade, na Revista Nova, de Trindade Coelho, na Revista Lusitana, de Leite de Vasconcelos, e na Tribuna, de Pires Avelanoso. Foi também por esse tempo um dos colaboradores de maior contribuição para o Novo Diciontírio da Língua Portuguesa, de Cândido de Figueiredo. É autor: do Gloss rio Transmontano, riquíssima recolha de termos regionais, começado a publicar na Revista Nova e concluído na Revista Lusitana; dos dicionários Popular Elementar e Complementar da Lingua Portuguesa; de Joio na Seara (análise a algumas obras de Cândido de Figueiredo); de Lições de Linguagem, 4 vol., sobre as mais diversas questões do idioma pátrio; de Lições de Análise, Fonética e Ortografia, 3 vol.; de Como falar - Como Escrever, resposta a consultas sobre prosódia, ortografia e sintaxe da língua nacional, publicadas em O Primeiro de Janeiro; além de diversos compêndios escolares, como Gramática Elementar Redacção, Geometria e Ciências Naturais, pertencentes à Série Escolar Educação. Traduziu: do espanhol, Como se Llega a Milionário, de Climet Ferrer, e Voces de Aliento, de Marden; e do francês, Le Rêve de Suzy, de Ardel; La Femme dans da Famille, da baronesa Staffe; La Grande Amie, de Pierre I'Ermite; La Neige sur les Pas, de Bordeaux, e Tâche, de E. Saint Galles. Com António Figueirinhas dirigiu O Português Popular, de que se publicaram dois volumes, quase totalmente colaboração sua. Por proposta do dr. Bernardino Machado foi eleito sócio do Instituto de Coimbra, e, por iniciativa de António Leal e da "Educação Nacional", a que se seguiu proposta do Governo Civil de Bragança, foi agraciado com o título e grau de oficial da Ordem da Instrução Pública, por serviços distintos prestados à mesma instrução. Publicada a mercê, foi-lhe, em Outubro de 1933, prestada em Bragança pública homenagem, a que se associaram todas as corporacões, autoridades e povo da cidade, os então Ministro da Educação Nacional e director geral do Ensino Primário, diversos professores, à frente dos quais Cardoso Júnior e Romeu Pimenta, e vários jornais, nomeadamente Novidades, Educação Nacional, escola Primária, Diário de Noticias, Diário de Lisboa, O Século e O Primeiro de Janeiro. Tendo em 1935 fixado residência no Porto, Augusto Moreno ali continua estudando dedicada e proficientemente os problemas mais interessantes da língua pátria. Colaborou na sua velha tribuna da Educação Nacional, em O Primeiro de Janeiro e nas revistas Ocidente e Revista de Portugal, de Lisboa, e, de colaboração com Cardoso Júnior e José Pedro Machado, publicou o Grande Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro. Trabalhou, com os mesmos cooperadores, na revisão e actualização do Diciontírio de Morais, Augusto Moreno é lidimairnente considerado um dos mais competentes mestres contemporâneos da Filologia e dos mais eminentes cultores da língua portuguesa, cuja pureza defendeu com brilho e vigor notáveis.
Home Page

1997 Todos os direitos reservados. Braganc@Net - Apresentação e Serviços.

Sunday, July 13, 2008

Posted by Picasa
Posted by Picasa

14 vs 41

I moved to the US when I was 14. This was a choice made by my parents and one that was not put to vote. I never took it seriously that we would actually move because it seemed that I heard the discussion for years and the process went on endlessly with our trips to Porto for medical exams, trips to the embassy. To my young mind this seemed like a silly fantasy, wishful thinking on my parents part.

Their wishful thinking became my nightmare during our Easter break from Liceu. With only a two day notice we left our home, friends and life behind. Never had a chance to say goodbye to my school mates.

This was to be my first heartache. One that I would never truly get over.

I would come to learn the meaning of the phrase, you can never go home again......